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Tempo de leitura: 3 minutos.

O Diabetes tipo 2 (DM2) é uma doença complexa que exige cuidados médicos contínuos com estratégias abrangentes e multifatoriais para reduzir o risco de complicações. Pacientes com DM2 correm um risco duas a quatro vezes maior de sofrer eventos cardiovasculares e morte que a população geral.

Ainda não está claro até que ponto o excesso de risco associado ao DM 2 pode ser reduzido, ou potencialmente eliminado, através da intervenção sobre diferentes fatores de risco. Para tentar responder a essa pergunta um estudo de coorte foi realizado com dados do Registro Nacional Sueco de Diabetes, incluindo cerca de 271.000 pacientes com DM2 e mais de 1.350.000 controles sem DM2 (pareados por idade, sexo e condado de origem).

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Hiperparatireoidismo primário

Tempo de leitura: 7 minutos.

O hiperparatireoidismo primário (HPTP), causa mais comum de hipercalcemia, é mais frequentemente identificado em mulheres na pós-menopausa. Atualmente, três fenótipos clínicos distintos são reconhecidos de acordo com evolução, envolvimento de órgãos-alvo, história natural e manejo. Um resumo com os principais tópicos sobre o assunto, apresentados em dois importantes artigos de revisão publicados recentemente, é apresentado a seguir.

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antibióticos 640x330

Tempo de leitura: 4 minutos.

Segundo a ANVISA, os probióticos são “microrganismos vivos capazes de melhorar o equilíbrio microbiano intestinal produzindo efeitos benéficos à saúde do indivíduo”. Não é de hoje que a ingestão de culturas de microrganismos vivos para tratar uma série de condições de saúde vem sendo feita para a população, por meio de alimentos como iogurte, queijo e chucrute.

No entanto, especialmente após o crescente número de estudos na área, os probióticos se tornaram muito populares, e vêm sendo comercializados não só em alimentos, mas também na forma de cápsulas e até mesmo em produtos de beleza por suas supostas propriedades benéficas, “funcionais” ou “probióticas”.

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Tempo de leitura: 7 minutos.

Um dos grandes desafios no tratamento do diabetes é alcançar o equilíbrio dos níveis glicêmicos sem levar a episódios de hipoglicemia. A presença e gravidade de complicações e/ou comorbidades, expectativa de vida, preferências do paciente, além de fatores sociais, devem ser levados em consideração para a escolha do alvo terapêutico4,5.

O objetivo deste artigo é abordar as questões envolvidas nas divergências entre as recomendações das principais organizações médicas envolvidas no tratamento do diabetes quanto ao melhor alvo de hemoglobina glicada (A1C) para pacientes adultos, não gestantes, com diabetes tipo 2 (DM2).

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Tempo de leitura: 5 minutos.

O câncer de tireoide é uma das neoplasias mais comuns e sua incidência vem aumentando progressivamente em todo o mundo. Os fatores de risco incluem consumo de iodo, estilo de vida ocidental, exposição a poluentes ambientais, doença benigna da tireoide (tireoidite de Hashimoto) e obesidade.

Estudos com sobreviventes de bombas atômicas, vítimas de acidentes nucleares e pacientes irradiados para o tratamento de doenças benignas e tumores primários revelaram que a exposição a doses moderadas e altas de radiação aumentam o risco de câncer de tireoide. Apesar de grande parte dos exames diagnósticos usarem doses de radiação relativamente baixas, fica a dúvida: a exposição repetida a exames diagnósticos com baixas doses de radiação poderia aumentar o risco de câncer de tireoide?

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